Roman se reúne com lideranças esportivas para atrair interesse a Lei de Incentivo ao Esporte

15 de março de 2017

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Promovemos um café da manhã com o Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o Ministro do Esporte, Leonardo Picciani, o Secretário Nacional de Esporte de Alto Rendimento, Luiz Lima, Deputado César Halum, Ricardo Vidal, do Instituto Joaquim Cruz, Ricardo Avelar da Confederação Brasileira de Clubes, assessores e representantes da Comissão do Esporte, para tratarmos da Lei […]


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Evandro Roman pede apoio ao Ministério dos Transportes para conclusão das obras da BR-163

21 de agosto de 2017
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O deputado Evandro Roman (PSD-PR) esteve reunido nesta terça-feira, 16, com o ministro dos Transportes, Maurício Quintella, para tratar da execução das obras da BR-163 – que inclui o trecho entre Cascavel e Guaíra. “Vamos garantir recursos para dar continuidade a esta obra sinônimo de desenvolvimento para a região Oeste do Paraná”, disse. Em julho, […]


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Na CCJ, Roman questiona motivações políticas da PGR

13 de julho de 2017
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A reunião da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados desta quarta-feira (12) teve mais uma sessão intensa de debates. O deputado federal Evandro Roman (PSD/PR) se pronunciou, pela primeira vez, acerca da denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) contra o presidente Michel Temer.
“Não me cabe aqui condenar ou inocentar o presidente, tampouco defendo sua impunidade. Me causou estranheza a pressa, a velocidade da PGR, pois não há indícios suficientes do cometimento do crime. Onde é que diz na denúncia a relação direta e indireta com esse recurso que Rodrigo Rocha Loures pegou? Se alguém conseguir sustentar à prova material, eu mudo meu voto”.
Roman acusou o procurador-geral da república, Rodrigo Janot, de atuar politicamente, contrariando as funções atribuídas ao cargo e fazendo acordos de impunidade. “O procurador geral da república Rodrigo Janot insiste em atuar no campo politico, adotando medidas não jurídicas sem fundamentação em provas da materialidade nem indícios de autoria”.
Durante a fala, o pessedista respondeu às críticas que recebeu por conta da sua entrada na CCJ. “Estou nesta Comissão por uma decisão de partido. Vim por que já tinha declarado meu voto. Não recebi emendas nem recursos indevidos. Meu sigilos bancário, telefônico estão à disposição”.
Roman criticou a denuncia apresentada por Janot por entender que são inconsistentes, galgada em delações em troca de impunidade.
“A defesa da impunidade dos irmãos açougueiros estará embasada com as nossas digitais. Não darei, com meu voto, um atestado a estes que roubaram dinheiro público. Em um futuro bem próximo, teremos a delação de como foi construída a delação dos irmãos Batista. A delação da delação.”
O pronunciamento do deputado paranaense seguiu com duras criticas a atuação de Janot, especialmente na relação com Ex-braço-direito de Janot, que deixou de ser procurador para atuar em escritório que negociou delação da JBS com Procuradoria.“A denúncia do procurador geral da república é baseada em convicção, entendimento, indícios. Provas nós não temos. E com as mesmas convicções e entendimento eu coloco sob suspeição a relação Janot e Marcelo Paranhos Muller. E a história vai mostrar”, concluiu Roman.